quinta-feira, 29 de maio de 2008
Linha do Tempo
sábado, 24 de maio de 2008
Conhecendo o bairro !!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Escola da PONTE

No dia 15/05/2008 fui até a FACED assistir a uma palestra ministrada pelo professor Gabriel sobre a Escola da Ponte. A experiência vivenciada pelo professor durante o mês de fevereiro do corrente ano foi compartilhada para uma enorme platéia, que atenta ouvia os relatos do professor. Recebi o e-mail com o convite para assistir a palestra então resolvi convidar minhas colegas da escola para juntas assistirmos. Coloquei o convite no mural na sala dos professores, e minhas colegas ficaram interessadas em participar. Na quinta-feira formamos um grupo e juntas adentramos na sala 101 para sabermos um pouco mais desta instituição portuguesa localizada na Vila das Aves. A partir, do relato do professor pude entender que a diferença que existe entre a Escola da Ponte e outras escola é que eles tem uma proposta curricular efetiva, onde todo planejamento realmente é colocado em prática. Autonomia, participação e trabalho em equipe são os norteadores desta escola que há 30 anos está em funcionamento. Minhas colegas sairam encantadas e cheias de idéias assim como eu. Com certeza algumas mudanças ocorrerão no cotidiano de minha escola, a partir desta experiência.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Nosso Palneta precisa de ajuda!!!



A primeira comparação que fiz ao começar a assistir ao curta foi a de relacionar a realidade daquele universo com o Planeta Terra na questão ambiental.
Assim como o equilíbrio do universo já citado era responsabilidade de seus habitantes e dependia totalmente de suas ações, nosso planeta também depende de nossas atitudes, da maneira como ocupamos seu espaço e de como administramos o meio-ambiente.
Fica evidente que se não possuirmos uma consciência do todo não é possível preservar o meio-ambiente e manter a sustentabilidade do planeta. É preciso que cada indivíduo esteja ciente de sua responsabilidade como habitante da Terra e que direcione suas ações a fim de garantir a sobrevivência do sistema.
Por exemplo, se pensarmos na coleta seletiva, a princípio, parece algo simples e sem grandes conseqüências, no entanto, quando uma pessoa opta por separar ou não seu lixo está optando também por poluir ou não o planeta com uma quantidade gigantesca de materiais ao longo de sua vida.
Se a ação individual neste caso pode ser um desastre para o meio-ambiente, o que podemos dizer se milhões de pessoas na face da Terra deixarem de separar seu lixo? Vê-se aí o impacto de ações individuais influenciando diretamente no equilíbrio de todo o universo (como mostrado no curta Balance).
Que possamos como educares que somos, formar em nossos alunos um consciência de que todas ações em prol do meio ambiente e de nosso Planeta devem ser realizadas em caráter de urgência, pois nosso universo está sendo destruído pouco a pouco. Vamos mostrar para nossos alunos a situação de nossa imensa Floresta Amazônica que a cada dia está sendo devastada, e por este motivo todo clima do Palneta está correndo perigo, cabe a nós professores abordarmos esse assunto incansávelmente !!
Assim como o equilíbrio do universo já citado era responsabilidade de seus habitantes e dependia totalmente de suas ações, nosso planeta também depende de nossas atitudes, da maneira como ocupamos seu espaço e de como administramos o meio-ambiente.
Fica evidente que se não possuirmos uma consciência do todo não é possível preservar o meio-ambiente e manter a sustentabilidade do planeta. É preciso que cada indivíduo esteja ciente de sua responsabilidade como habitante da Terra e que direcione suas ações a fim de garantir a sobrevivência do sistema.
Por exemplo, se pensarmos na coleta seletiva, a princípio, parece algo simples e sem grandes conseqüências, no entanto, quando uma pessoa opta por separar ou não seu lixo está optando também por poluir ou não o planeta com uma quantidade gigantesca de materiais ao longo de sua vida.
Se a ação individual neste caso pode ser um desastre para o meio-ambiente, o que podemos dizer se milhões de pessoas na face da Terra deixarem de separar seu lixo? Vê-se aí o impacto de ações individuais influenciando diretamente no equilíbrio de todo o universo (como mostrado no curta Balance).
Que possamos como educares que somos, formar em nossos alunos um consciência de que todas ações em prol do meio ambiente e de nosso Planeta devem ser realizadas em caráter de urgência, pois nosso universo está sendo destruído pouco a pouco. Vamos mostrar para nossos alunos a situação de nossa imensa Floresta Amazônica que a cada dia está sendo devastada, e por este motivo todo clima do Palneta está correndo perigo, cabe a nós professores abordarmos esse assunto incansávelmente !!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Atividade prática para abordar questão do tempo !!
Gostaria de descrever rapidamente uma atividade que realizei com meus alunos há uma semana atrás mais precisamente no dia 07/04/2008, onde foi realizada em sala de aula uma exposição de objetos antigos que os alunos trouxeram de suas casas, da casa de parentes com a finalidade de compreender melhor o que seria século, década, milênio. No final de março estava conversando com os alunos da turma 41 sobre século, década e por mais que tentasse explicar percebi que muitos deles não conseguiam entender. Muitos questionamentos surgiram, século é muito antigo? Em que século nasci? E os meus pais? E quando falávamos em avós tudo ficava muito complicado, para as crianças tudo parece muito velho antigo. Então propus uma atividade que intitulei “ Túnel do Tempo”, sugeri que eles trouxessem de casa objetos antigos para que juntos nós pudéssemos pesquisar em que data foi fabricado, se fosse foto de que ano era e assim por diante. Os alunos mostraram-se muito engajados para esta atividade, e no dia seguinte da proposta minha mesa já estava repleta de objetos dos mais variados possíveis.
Moedas antigas, fotos, máquina de escrever, máquina fotográfica, relógio, cédulas antigas, documentos antigos, óculos, brinquedos, aparelhos de telefone, livros, instrumentos musicais, artigos esportivos enfim uma infinidade de coisas. Começamos então, catalogar todo este material, de que maneira? Lendo, observando datas, folheando as páginas dos livros para descobrir a data da edição, lendo as dedicatórias das fotos. Foi incrível, pois, os alunos ficaram envolvidos totalmente com esta atividade. Eles mesmos se organizaram e formaram bancas classificando os objetos como cédulas e moeda, fotos etc. A cada nova data todos ficavam surpresos, um aluno trouxe uma foto de seu tataravô datada de 1820, e uma aluna apresentou um relógio de sua avó que constava a data de 1874. Tudo foi examinado com cuidado os vestuários de cada época, o tamanho de um aparelho celular mudou em poucos anos, como alguém escrevia em uma máquina tão antiga que usava um rolo de fita. Após toda organização convidei minhas colegas e suas turmas para visitarem a exposição que foi um sucesso ! Foi uma experiência maravilhosa, muitas aprendizagens adquiridas e a certeza de que dá para propor aulas de Estudos Sociais motivadoras, interessantes com uma proposta investigativa.
Trecho retirado da atividade 1 da interdisciplina Representação do mundo pelos Estudos Sociais.
Atividade na íntegra está postada no webfólio do ambiente virtual Rooda.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Onde há números em sua vida?

Os números estão presentes em nossa vida de maneira que já não percebemos, pois fazem parte de nossa rotina assim como o ato de falar. Em minha vida os números dão sua graça já nas primeiras horas da manhã quando o despertador toca mostrando que é hora de acordar, pois o dia está iniciando às 7:00hs.
Logo em seguida o relógio mostra a cada minuto que não dá para despender muito tempo para trocar de roupa e tomar café, pois às 7:30 é hora de sair de casa rumo a escola onde dou aula na quarta-série e os números aparecem novamente indicando que devo entrar na primeira sala do primeiro andar para começar mais um dia com a turma 41 sob minha regência.E assim a manhã, vai passando e os números me acompanhando a cada novo período que termina, nas páginas dos livros utilizados em sala de aula, nos exercícos envolvendo as quatro operações, na hora de levar os alunos ao lanche ou liberá-los para o recreio. Ainda em sala de aula é hora de fazer a chamada e verificar quantos alunos vieram naquele dia e os que faltaram tudo envolto pelos números. E assim mais uma manhã se foi e a sirene da escola avisa que é hora de ir para casa 12:50Hs. Antes de chegar em casa ainda outras atividades que envolvem os números ainda terão de ser realizadas. Ir ao banco digitar a senha, clicar no menu com vários números e solicitar a operação desejada, conferir o saldo e retirar dinheiro e ainda estou as voltas com os números. Uma passada breve no supermercado para comprar alguma coisa que está faltando, conferir preços nas prateleiras chegar ao caixa e pagar os produtos e eles(os números) continuam a me acompanhar.
Enfim, em casa após 20 ou 25 minutos. E tarde está começando ...
Depois do almoço um breve descanso de alguns minutos, hora de fazer algumas ligações e o teclado de números do telefone me revela que sem os números seria bastante díficil a vida.É hora de abrir os e-mails e sempre tenho muitos para verificar em torno de 15 ou 20, às vezes este número é quadriplicado.
Estudar também tem hora marcada, então entrar no Rooda sem nunca permanecer por menos de duas horas. É hora de esperar meus filhos que estudam a tarde chegarem da escola então os ponteiros do relógio indicam que já está quase na hora, entre 17:30hs e 18:15hs, quando chega meu filho, o último a retornar para casa.
E assim o dia vai indo embora e os números estão por todo lugares de nosso dia-a-dia tudo o que vamos fazer precisamos deles. Na alimentação, higiene, convívio social, trabalho, saúde em tudo necessitamos utilizar os números.
Pensando bem os números estão de maneira tão presente em nosso cotidiano que não dá para imaginar nossa vida sem a presença deles, pois é uma linguagem, uma forma de expressão que o ser humano utiliza em todos os momentos de sua vida.
Logo em seguida o relógio mostra a cada minuto que não dá para despender muito tempo para trocar de roupa e tomar café, pois às 7:30 é hora de sair de casa rumo a escola onde dou aula na quarta-série e os números aparecem novamente indicando que devo entrar na primeira sala do primeiro andar para começar mais um dia com a turma 41 sob minha regência.E assim a manhã, vai passando e os números me acompanhando a cada novo período que termina, nas páginas dos livros utilizados em sala de aula, nos exercícos envolvendo as quatro operações, na hora de levar os alunos ao lanche ou liberá-los para o recreio. Ainda em sala de aula é hora de fazer a chamada e verificar quantos alunos vieram naquele dia e os que faltaram tudo envolto pelos números. E assim mais uma manhã se foi e a sirene da escola avisa que é hora de ir para casa 12:50Hs. Antes de chegar em casa ainda outras atividades que envolvem os números ainda terão de ser realizadas. Ir ao banco digitar a senha, clicar no menu com vários números e solicitar a operação desejada, conferir o saldo e retirar dinheiro e ainda estou as voltas com os números. Uma passada breve no supermercado para comprar alguma coisa que está faltando, conferir preços nas prateleiras chegar ao caixa e pagar os produtos e eles(os números) continuam a me acompanhar.
Enfim, em casa após 20 ou 25 minutos. E tarde está começando ...
Depois do almoço um breve descanso de alguns minutos, hora de fazer algumas ligações e o teclado de números do telefone me revela que sem os números seria bastante díficil a vida.É hora de abrir os e-mails e sempre tenho muitos para verificar em torno de 15 ou 20, às vezes este número é quadriplicado.
Estudar também tem hora marcada, então entrar no Rooda sem nunca permanecer por menos de duas horas. É hora de esperar meus filhos que estudam a tarde chegarem da escola então os ponteiros do relógio indicam que já está quase na hora, entre 17:30hs e 18:15hs, quando chega meu filho, o último a retornar para casa.
E assim o dia vai indo embora e os números estão por todo lugares de nosso dia-a-dia tudo o que vamos fazer precisamos deles. Na alimentação, higiene, convívio social, trabalho, saúde em tudo necessitamos utilizar os números.
Pensando bem os números estão de maneira tão presente em nosso cotidiano que não dá para imaginar nossa vida sem a presença deles, pois é uma linguagem, uma forma de expressão que o ser humano utiliza em todos os momentos de sua vida.
sábado, 12 de abril de 2008
Defesa Reflexão-Síntese
Ao final do Eixo3 recebemos a proposta de fazer uma Reflexão-Síntese para ser apresentada perante uma banca ao final do semestre. Ao ler a proposta da atividade em primeira instância, confesso que fiquei bastante preocupada, pois o que escreveria? Como colocaria em forma de síntese tantas aprendizagens que foram registradas ao longo do semestre? Após literalmente fazer uma reflexão, comecei perceber que a cada texto, atividade ou projeto realizado era possível retirar aprendizagens significativas e, porque não dizer, transformadoras para mim como professora e também como aluna do PEAD.
No dia 03 de janeiro de 2008 em uma quinta-feira ensolarada e quente, fui até o Pólo de Gravataí para defender minha Reflexão-Síntese juntamente com um grupo de colegas na presença da professora Cláudia Amaral, do tutor Renato e da tutora Prisla. Acostumada a ser avaliada através de provas escritas, a primeira dúvida surgiu em como conseguir falar de um semestre inteiro em dez minutos. Neste momento muitos pensamentos afloram, pois como revelar aprendizagens tão marcantes e cheias de riqueza em um pequeno espaço de tempo? Sendo assim, um dos conhecimentos adquiridos durante o semestre já começa a ser colocado em prática, ou seja, a capacidade de argumentar e mostrar senão tudo, mas algumas das atividades que fiz com meus alunos da turma 41 na Escola Estadual de Ensino Fundamental General Daltro Filho no segundo semestre do ano de 2007 e que através de registros (evidências), pude colocar com clareza tudo o que aprendi no Pead como aluna.
Através da proposta da Reflexão-Síntese pude constatar que é possível reunir o que de mais significativo foi adquirido durante o semestre e assim demonstrar através de ações realizadas no cotidiano, no meu caso em sala de aula, tudo o que foi aprendido nas interdisciplinas propostas no Eixo 3.
Creio que em meu caso as dúvidas surgidas ao longo da construção da Relexão-Síntese foram exatamente por eu não estar acostumada a argumentar e demonstrar em forma de evidência a aquisição de algum tipo de aprendizagem. Acostumada a um velho modelo de avaliação, no qual o aluno deve simplesmente repetir o que lhe foi ensinado, onde suas vivências não são levadas em conta e seus conhecimentos prévios não fazem diferença, torna-se difícil adquirir e sintetizar aprendizagens sendo autor na construção de seu próprio conhecimento.
Gostaria de concluir tecendo minha consideração final no que diz respeito à enorme contribuição que o Pead tem proporcionado ao fazer com que cada aluno (a) do curso de Pedagogia a Distância tenha a oportunidade de construir seu conhecimento e colocá-lo em prática, respeitando as individualidades e potencialidades de cada um.
No dia 03 de janeiro de 2008 em uma quinta-feira ensolarada e quente, fui até o Pólo de Gravataí para defender minha Reflexão-Síntese juntamente com um grupo de colegas na presença da professora Cláudia Amaral, do tutor Renato e da tutora Prisla. Acostumada a ser avaliada através de provas escritas, a primeira dúvida surgiu em como conseguir falar de um semestre inteiro em dez minutos. Neste momento muitos pensamentos afloram, pois como revelar aprendizagens tão marcantes e cheias de riqueza em um pequeno espaço de tempo? Sendo assim, um dos conhecimentos adquiridos durante o semestre já começa a ser colocado em prática, ou seja, a capacidade de argumentar e mostrar senão tudo, mas algumas das atividades que fiz com meus alunos da turma 41 na Escola Estadual de Ensino Fundamental General Daltro Filho no segundo semestre do ano de 2007 e que através de registros (evidências), pude colocar com clareza tudo o que aprendi no Pead como aluna.
Através da proposta da Reflexão-Síntese pude constatar que é possível reunir o que de mais significativo foi adquirido durante o semestre e assim demonstrar através de ações realizadas no cotidiano, no meu caso em sala de aula, tudo o que foi aprendido nas interdisciplinas propostas no Eixo 3.
Creio que em meu caso as dúvidas surgidas ao longo da construção da Relexão-Síntese foram exatamente por eu não estar acostumada a argumentar e demonstrar em forma de evidência a aquisição de algum tipo de aprendizagem. Acostumada a um velho modelo de avaliação, no qual o aluno deve simplesmente repetir o que lhe foi ensinado, onde suas vivências não são levadas em conta e seus conhecimentos prévios não fazem diferença, torna-se difícil adquirir e sintetizar aprendizagens sendo autor na construção de seu próprio conhecimento.
Gostaria de concluir tecendo minha consideração final no que diz respeito à enorme contribuição que o Pead tem proporcionado ao fazer com que cada aluno (a) do curso de Pedagogia a Distância tenha a oportunidade de construir seu conhecimento e colocá-lo em prática, respeitando as individualidades e potencialidades de cada um.
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